BENVEGNÙ, VINDOS DE TAIBON AGORDINO – BELLUNO.
FEDELE BENVEGNU, 35 anos, filho de Francesco Benvegnu e Margherita Daí Pra, nascido em 28.10.1852, casado com Maria Margherita Moretti, com 26 anos, filha de Bernardo Moretti, nascida em 06.05.1852 e Maria Bem, com os filhos Sisto, com 1 ano , Vittorio, com 1 mês, chegaram em 09.08.1988, na linha José Júlio, Alfredo Chaves, hoje Veranópolis, todos de Taibon Agordino, Belluno.
Filhos de Fedele Nascidos na Itália:
Sisto, nascido em 1887 em Col di Prá, Taibon Agordino .
Vittorio, nascido em 1888 em Col di Pra, Taibon Agordino, com 1 mês de vida.
DOMENICO ANTONIO BENVEGNU, filho de Giácomo Benvegnù e Mechelina De Col, nascida em Col di Pra, casado com Maria Benvegnù, filha de Luciano Benvegnu e Giuditta Conedera, chegaram em 22.11.1886 com os filhos Silvestro, 23 anos, nascido em 09.09.1871, Giuditta, nascida em 07.10.1874, Humberto, 21.08.1877, Dina, 05.07.1882 e Alba, 16.07.1884, todos de Taibon Agordino.
CELESTINA DECIMA BENVEGNU, nascida em 26.01.1850, em Frazione Di Prà, Taibon Agordino – Belluno – Itália, viúva de Pietro Benvegnù em 02.12.1890, filha de Giovanni Decima e Giovanna Savio. Viuvou com apenas 40 manos, tendo gerado 8 filhos, 2 falecidos com pouca idade, o 1º com apenas 4 dias e o 2º com 6 meses. Celestina, por ocasião da morte de Pietro em 02.12.1890, teria cortado um punhado de cabelos do avô Pietro, para mostrar à filha Maria Margherita, quando crescesse, porquanto sua última filha ainda em gestação não conheceria em vida seu pai, e assim poderia ter uma pequena recordação de seu pai, tragicamente falecido, de vez que a dura fatalidade assim não permitiu conhecê-lo em vida.
PIETRO BENVEGNÙ, filho de Francesco Benvegnù e Margherita Dai Prà, nascido em 27.02.1848, em Taibon Agordino, Provincia de Belluno, Itália, casado com Celestina Decima, em 12.12.1873, falecido em 01.12.1890, com apenas 42 anos.
Pietro Benvegnù faleceu na Itália, em 02.12.1890, ao intervir numa disputa, contenda,entre 2 vizinhos por causa de uma árvore. Ambos queriam a mesma para si, para aquecer a casa, e Pietro, ao apartá-los, levou um tiro, morrendo após. Os invernos eram muito frios e na época não havia ainda calefação na Itália. Pietro ao morrer trágicamente, deixou Celestina viúva com 05 filhos e grávida de Maria Margherita Benvengnù de 04 meses.
Celestina emigrou para o Brasil em 06.10.1894, viúva, com 06 filhos, todos do casal Pietro e Celestina e nascidos em Val Di Prà, Taibon Agordino, Belluno, filhos esses que foram os seguintes:
Angélica, nascida em 04.11.1875, em Taibon, Belluno;
Eugênia Benvegnù, nascida em 09.02.1878, em Taibon, Belluno;
Francesco Benvegnù, nascido em 23.12.1879, em Taibon, Belluno, e falecido em 27.12.1879, com apenas 04 dias;
Francesco Benvegnu, nascido em 15.08.1881, em Taibon, Belluno;
Federico Benvegnù, nascido em 30.06.1883, casado com Oliva Ben em 22.07.1909, no Brasil em 22.07.1909, e falecido em 08.11.1950, em São Domingos do Sul, RS.
Cleto Benvegù, nascido em 19.11.1885, em Taibon, Belluno, e falecido em 31.05.1886, com somente 06 meses.
Cleto Benvegù, (Cônego), nascido em13.10.1887, ordenado em 25.04.1916, pároco em Dois Lajeados, RS., na Igreja de São João e Nossa Sra. do Rosário em Porto Alegre, foi diretor da Boa Imprensa em P. Alegre. Falecido em 14.08.1944, na Beneficência Portuguesa, em Porto Alegre, com 57 anos de idade.
Maria Margherita Benvegnù, nascida em 01.05.1891, casada no religioso com Giuseppe Gere mia em Santa Teresa, RS., em 06.05.1916, e no Civil em Muçum, RS., em 28.07.1917, falecida em 04.12.1966, em Dois Lajeados, RS., com 75 anos.
Fonte: Povoadores das Colônias – Alfredo Chaves, Guaporé e Encantado, de Frei Rovílio Costa.
Porto Alegre, 27.04.2000.