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"No oitavo dia foram circuncidar o menino e o queriam chamar pelo nome do pai, Zacarias. Mas sua mãe interveio: Não, disse ela, ele se chamará João... e perguntara por acenos a seu pai como queriam que o chamasse. Ele, pedindo uma tabuleta escreveu nela as palavras: "JOÃO É SEU NOME" (LC 1, 59-64).
A inspiração para o título do livro "JOÃO ERA O SEU NOME", une João Benvegnù a seu Padroeiro São João Batista.
O acento grave sobre o ù corresponde à origem da famíla Benvegnù. João conservou em todos os escritos o acento grave sobre o ù de seu nome de família. Outros membros da família passaram a usar o acento agudo sobre o ú. Eis a razão de aparecer o acento grave e agudo indiferentemente no nome da família Benvegnù.
BIOGRAFIA DE MONSENHOR JOÃO BENVEGNÙ
João Benvegnú nasceu a 12 de agosto de 1907, no município de Muçum. Foi batizado na capela de Nossa Senhora do Rosário, da Paróquia de Santa Teresa, próxima a Bento Gonçalves, no estado do Rio Grande do Sul. Filho de Fidélis e Maria Moretti Benvegnú, vindos da paróquia de Taibon, província de Belluno, região do Vêneto, Itália, em 1898. Perdeu o pai com um ano de vida. O ambiente familiar favorecia a vocação sacerdotar, pelo clima de fé, oração diária do terço, da missa dominical, pelo exemplo dos pais. "Quando nasci - afirmou João - meu pai teria ditoas seguintes palavras: Esperamos que este menino um dia seja padre".
Os Estudos
Cursou o primário na Escola Municipal, junto à Capela do Rosário. Em 1921, estudou um ano com os Padres Passionistas, em Pinto Bendeira, próximo a Bento Gonçalves. Em 1922 ingressou no Seminário Menor de São Leopoldo, denominado de Seminário Provincial. Por causa da saúde quase deixou o Seminário. Interrompeu os estudos por duas vezes: em 1927 e 1929. Muito sofrimento lhe custou a idéia de ter que deixar o Seminário. Mas as orações e a vontade firme de ser Padre o levaram a lutar pela vocação.
Em 1930, o Cônego Josué Bardin, então Pároco de São Domingos do Sul, o convidou a passar com ele uma temporada, tratando melhor a saúde. Após algum tempo, retornou ao Seminário de São Leopoldo, onde aguardava a notícia de que o Reitor não o aceitaria mais devido à falta de saúde. Graças a interferência do Mons. José de Nadal e do Cônego Cleto Benvegnú, o Arcebispo Dom João Becker se interessou pelo seminatista João que pôde continuar os estudos. Havia vencido a batalha. Finalmente em 16 de setembro de 1934 era ordenado sacerdote. Dom João Becker realizou a ordenação na Cripta da Catedral Metropolitana de Porto Alegre, sendo mestre de cerimônias o Padre Reus, professor de liturgia. "Ser Sacerdote do Altíssimo por toda a eternidade era um pensamento que me acompanhava noite e dia", diria Mons. João mais tarde.
No dia 20 de setembro celebrou a primeira Missa solene na terra natal, Santa Teresa.
Um grande Sacerdote
"Durante minha vida sacerdotal, sempre me senti sumamente feliz. Saboreei a alegria e a honra de ser sacerdote do Altíssimo. Disse mais de uma vez: "Não dou um minuto de meu sacerdócio por tudo o que o mundo pode oferecer de honras, prazeres e riquezas. Se tivesse que nascer cem vezes, cem vezes escolheria o sacerdócio, mesmo que me custasse mais sacrifícios do que eu enfrentei durante minha formação no Seminário. Uma eternidade não basta para agradecer. Como padre, muito me preocupo com o bem das almas. Interesso-me também pela promoção de todo homem e do homem como um todo, que compreende o bem do corpo e da alma".
Promotor Vocacional
Monsenhor João foi grande incentivador das vocações sacerdotais e religiosas. A sua paróquia foi premiada com 19 sacerdotes e dezenas de religiosos e religiosas. Ajudou sempre aos seminaristas com o apoio, o exemplo sacerdotal e com recursos financeiros, tirados de sua própria pobreza. Nunca guardou nada para si, sempre doou tudo. A devoção ao Santíssimo Sacramento o impelia a levantar-se às 4 horas da manhã para estar presente junto a seu Divino Amigo na Eucaristia.
O que alimentava a sua fé era seu espírito de oração. Diariamente rezava algumas horas, desde madrugada, caminhava de um lado para outro ao lado de sua Igreja, convencido de que dessa fonte brotava sua felicidade, alegria, humildade, desapego, doação e disponibilidade total, sempre e em qualquer circunstância.
Foi um homem de Deus. O povo o chamava de "nosso santo".
Vox populi, Vox Dei. A empregada da casa paroquial dizia que o passatempo do Monsenhor era rezar: "Ele reza muito, escreve cartas, atende visitas, dá benções para tudo o que lhe pedem".
A fama das Bençãos
Além do seu exemplo incontestável como Sacerdote humilde e dedicado que lhe conferia fama de santidade, suas bençãos começaram a chamar a atenção. Naquela época, o plantia da leguminosa Soja era muito grande e com ela vieram as pragas, a largarta, que devorava completamente as plantações pois não havia recursos para comprar defensivos agrícolas. A solução era ir até o Monsenhor e pedir a maldição das lagartas. O Monsenhor, através da intervenção de Deus, solicitava a proteção da lavoura do solicitante e consequente eliminação das pragas que a atacavam. O fato é que os agricultores começaram a dizer que a benção resolvia o problema e a fama das bençãos do Monsenhor começou a se espalhar e atrair cada vez mais gente.
Monsenhor João nunca usou do expediente de sua fama para conseguir vantagem para alguma coisa, pois dizia que a fonte de tudo era Deus e ele era mero intermediário, num exemplo de humildade, fé e confiança no Criador.
Obras
A maior obra que realizou foi a evangelização do povo, contruindo o Reino de Deus pela vida de oração, amor ao próximo e dedicação ao trabalho. A sua preocupação com o bem estar temporal do povo o levou a promover a construção de obras diversas. Incentivou o plantio do milho híbrido e, quando ainda não se cultivava a soja, Mons. João fazia campanhas esclarecendo sobre os benefícios desta cultura a ponto de ser iniciador de uma fábrica de óleo de soja. Incentivou a fruticultura, construiu a Casa Paroquial, o Hospital São Domingos, a residência dos médicos, uma usina hidrelétrica, o moinho colonial e uma fábrica de bolas. Foi mentor da criação da escola de 2. grau e o ginásio estadual e abriu estradas sem recursos técnicos. Em verdade, quando não existiam recursos financeiros Monsenhor usava da persuasão para fazer com que todos participassem das iniciativas. Sendo assim, o hospital foi erguido com a mão de obra do povo e as estradas abertas a custo de marretas, arados e carroças.
A voz do povo
Toda comunidade que o conhecia, julgava-o santo, mesmo em vida. Destacavam, entre outras virtudes: bondade igual para todos, humildade profunda, fé viva, alegria permanente, zelo apostólico, amor à Eucaristia; era amigo de todos, ajudava a todos, fidelíssimo ao Evangelho e à Igreja; grande espírito de oração, desapegado dos bens temporais, com doação total e permanente.
O fim da caminhada
No dia 31 de dezembro de 1985, às 17:30 o Monsenhor chegou a Sacristia para celebrar aquela que seria sua última missa. Meia hora antes de iniciar a missa o auxiliar falou com Monsenhor, que havia acabado de sair do confessionário, percebendo nele um grande abatimento. Perguntou-lhee como estava. - Eu estou mal, acho que vou morrer.- Coragem, respondeu o auxiliar, até que Deus não manda a morte, não se morre. E ele respondeu: "Estou sentindo que chega o fim". Então, olhou para o auxiliar e acrescentou: "Se eu morrer, faço mais do que vivo".
Monsenhor sempre tocava pessoalmente o sino para a Missa. Nesse dia pediu que o auxiliar tocasse, pois não sentia forças para isso. O auxiliar ajudou-o a vestir-se pois percebia que não conseguiria sozinho. Depois de ajudar a abotoar a alva, monsenhor voltou-se e disse: "Acho que é a última vez que tu me vestes, grazie, grazie". Em seguida foi ao altar para celebar a sua última missa. Rezou conscientemente. Desejou a todos um bom fim de ano e bom início de novo ano, 1986. Ao celebrar aquela missa fez ao povo as recomendações de costume. Os avisos de praxe, não conseguiu transmiti-los. Após a missa, na Sacristia, tirou os paramentos e em seguida foi para seu quarto, na entrada da Casa Paroquial, à esquerda e deitou-se sem tirar a batina e os sapatos.
Embora bastante debilitado, foram constatadas 3 úlceras no estômago sendo uma úlcera perfurada, não queria ir ao hospital de Passo Fundo, achava que deveria morrer aí mesmo, junto ao povo que o acolheu. Desmaiou ainda na cama em São Domingos, o médico o reanimou. Enfim, os paroquianos acharam melhor levá-lo a Passo Fundo, onde haveria mais recursos. Afinal, começou aquela que seria a última saída de sua paróquia. Lúcido, insistiu que o levassem de volta a São Domingos. Pressentia com clareza sua morte próxima e queria morrer no meio de seu povo, ao qual dedicou meio século de vida.
Levado para a UTI insistiu que a uma Religiosa enfermeira o acompanhasse. Perguntava: "Quando sairei daqui? fica aqui irmã".
Monsenhor João Benvegnú faleceu na UTI do Hospital São Vicente de Paula, em Passo Fundo, no dia 3 de janeiro de 1986, exatamente às 11 horas, aos 79 anos. Sereno entregou sua bela alma ao Senhor da vida, ao qual servira sempre com grande amor.
Verdadeira multidão, vinda de toda parte, desfilou diante de seu corpo para vê-lo a última vez. Missas se sucediam continuamente, terços, orações, cantos de louvor a Deus, especialmente aqueles que o bom Pároco mais gostava.
À tarde do dia 4 de janeiro, uma multidão calculada em 10 mil pessoas enchia a igreja, a praça, as ruas até o cemitério orando, chorando, louvando a Deus pelo santo Pároco que partira para a casa do Pai.
Abaixo está reproduzida uma entrevista concedida a um paroquiano à época em que Monsenhor João completava 50 anos de Sacerdócio, onde poderemos observar melhor a perfil da personalidade do Monsenhor..
Usaremos a notação P para a pergunta e M para a resposta do Monsenhor.
P - O que acha o senhor do ambiente familiar que o viu nascer e crescer?
M - O ambiente em que nasci era favorável à vocação. Lá se rezava o terço e as orações da manhã e da noite todos os dias. A blasfêmia era mais do que odiada. Nem se permitiam expressões que de longe se parecessem com blasfêmias. A fé era vivida intensamente.
P - Como surgiu, em sua vida, a idéia de ser Padre?
M - Nem a Mãe e nem os irmães me forçaram a escolher a carreira eclesiástica. A estima, porém, que eles tinham no sacerdócio e da vida religiosa despertaram em mim o desejo de me tornar sacerdote. A isto mais me animaram as palavras que o pai teria dito, quando nasci: "Esperamos que este menino um dia seja padre". Tenho por certo que não só a mãe, os irmãos e os familiares pediram a Deus para mim a vocação, mas também lá do céu o saudoso pai não deixou de interceder por mim.
P - Parece que, por causa de sua saúde, quase disistiu da idéia de ser Padre. Fale-nos disto.
M - Desde o primeiro ano do seminário estava firmemente resolvido a chegar ao sacerdócio. O único receio que tinha era a falta de saúde porque, desde criança, era fraco e anêmico. Meu grande esforço no estudo acabou por esgotar-me a tal ponto que duas vezes interrompi meus estudos, em 1927 e em 1929. Duas pessoas amigas achavam que eu devia desistir da idéia de ser Padre, porque já tinha feito muito para mostrar minha firmeza na vocação. Foi uma angústia para mim. Tinha que tomar uma decisão. Se o ideal do sacerdócio sempre me empolgava, muito me custava renunciar a ele. As orações de minha mãe e de muitas pessoas amigas alcançaram-me a grande graça de poder reatar os estudos e chegar ao sacerdócio. Em 1930, o Cônego Josué Bardin, o então pároco de São Domingos do Sul, e grande amigo de minha família, convidou-me a passar uma temporada com ele e tratar da saúde.
Aceitei o convite e aqui passei três meses descansando e estudando um pouco. Em agosto, tentei voltar ao Seminário para ver se conseguiria submenter-me aos exames, ganhar aquele ano, pois já tinha perdido dois por falta de saúde.
O Reitor do Seminário de São Leopoldo disse-me que não dependia dele aceitar-me porque o ano letivo já ia para o fim. Resolvi recorrer ao Arcebisto de Porto Alegre, Dom João Becker. Dirigi-me logo a Porto Alegre e recorri ao meu primo Monsenhor José de Nadal, expondo a minha situação e a minha disposição de reatar os estudos de seminarista. Ele me recebeu com muito carinho e, sem perda de tempo, levou-me à presença de Monsenhor Leopoldo Neis, vigário geral de Dom João Becker, o qual logo se interessou pela minha causa. O Senhor Arcebispo estranhou que eu não tivesse sido aceito no Seminário e desconfiava que o Padre Reitor tivesse alguma informação em meu desabono e escreveu ao Padre Reitor para perguntar qual o motivo de não ter me aceitado. A resposta foi que eu não tinha saúde e que achava que não teria condições de prosseguir os estudos. Diante desta dificuldade, o Senhor Arcebispo aconselhou-me que consultasse um bom médico e me fornecesse um atestado de saúde. Consultei um médico que era uma sumidade médica de Porto Alegre, o qual , depois de acurado exame, atestou que poderia continuar os estudos. Foi para mim uma grande alegria. No dia seguinte, Monsenhor José de Nadal acompanhou-me até o Seminário de São leopoldo, onde fui bem recebido pelo próprio Reitor, que tinha manifestado receio em me receber. Os professores usaram de bastante clemência para comigo. Dispensaram algumas matérias que não eram necessárias. Preste exames em novembro e fui aprovado. Agora minha esperança de chegar ao sacerdócio estava fortalecida mais do que nunca. Em 1931 comecei a Teologia e fui bem sucedido até o fim, com a saúde e com os estudos. No dia 16 de setembro de 1934, era ordenado sacerdote.
P - A ordenação sacerdotal foi um fato marcante na sua vida ?
M - O dia mais belo da minha vida foi o dia da minha ordenação sacerdotal. Éramos seis da Arquidiocese de Porto Alegre, dos qual três já estão na casa do Pai. A ordenação foi na Cripta da Catedral de Porto Alegre. Quem me ordenou foi Dom João Becker. O mestre de cerimônia foi o Padre Reus, que foi meu professor de liturgia.
P - Durante sua vida sacerdotal, houve momentos de dúvida quanto à missão abraçada ?
M - Durante minha vida sacerdotal senti-me sempre sumamente feliz. Saboreei a alegria e a honra de ser sacerdote do Altíssimo. Não compreendo como um Padre possa deixar o sacerdócio. Disse mais de uma vez, eu não dou um minuto do meu sacerdócio por tudo o que o mundo oferecer de honras, prazeres e riquezas. Se tivesse que nascer cem vezes, cem vezes escolheria o sacerdócio, mesmo que me custasse mais sacrifícios dos que eu enfrentei na minha formação no seminário.Por isso, convido a todos que me ajudem a agradecer a Deus graça tão grande. Um eternidade não basta para agradecer
P - A que o Senhor atribui o fato de ter ficado 49 anos à testa desta paróquia ?
M - Sempre gostei de São Domingos do Sul. Nunca pedi para ser transferido. Duas vezes me foi oferecida outra paróquia. Agradeci a honra, mas não aceitei; embora minha atuação não tenha sido das melhores, não consta que alguém tivesse pedido o meu afastamento.
P - Como Padre, o senhor preocupou-se com a promoção do homem todo e de todo homem. É verdade isto?
M - Como Padre, muito me preocupei com o bem das almas. Desde minha entrada no Seminário, meu grande sonho sempre foi salvar o maior número de almas possível. Interessei-me, também, pela promoção de todo homem e do homem como um todo, que compreende o bem do corpo e da alma, o que mais é do que o cumprimento da ordem do Senhor: "Amai-vos uns aos outros, assim com eu vos amei". É obrigação de toda pessoa e, muito mais, do Padre, amar muito toda pessoa e até os próprios inimigos.
P - Talvez, em sua vida, houvesse decepções e mágoas. Quer citar algumas ? Como as encarou ?
M - As decepções fazem parte de nossa vida e não surpreendem. Foram menos do que eu esperava. Devemos citá-las até, com alegria porque tudo o que acontece, agrade ou desagrade, é só para o nosso bem. Diz São Paulo que, "para quem ama a Deus, tudo se torna bem". O que faz mal a nós, é só o pecado.
P - Qual o segredo de ter chegado a esta idade com tamanha disposição para o trabalho ?
M - Quase nunca tive saúde perfeita, desde criança. Isso me obrigava, com frequência, a submeter-me a tratamentos médicos e a dietas de alimentação. Estou convencido de que, quem vive mais tempo, não é o que tem saúde, mas o que cuida da saúde. Sempre fui muito obediente aos médicos e isto me fez um grande bem e possibilitou-me chegar bem disposto a essa idade.
P - Para finalizar, o que nos teria a dizer após 50 anos de Sacerdócio ?
M - Sinto-me imensamente feliz. Louvo a Deus e convido não só a paróquia, mas a todos os fiéis que me ajudem a agradecer a Deus. Creio ter feito algum bem. Desejei fazer muito por Nosso Senhor. Tive muitas alegrias e recebi muitas honras, não só na paróquia, mas também em outros lugares. Devo imensa obrigação aos paroquianos e aos não paroquianos pela imensa estima e amizade com que me honram. Suas orações muito me ajudaram para que eu pudesse fazer um bem maior. Se peço a Deus longa vida é só para lhe conquistar muitas almas e dar à Igreja muitos e santos sacerdotes, religiosos e religiosas.
Família Del Vi, residente na região de Listolade(Taibon), Província de Beluno, Itália, no final do ano 1400
Benegnu Del Vi de Listolade(1582)
Francesco q. Benegnu de Listolade(1631)
Zuane de Francesco Benvegnù(1680)
Lucano de Zuane Benvegnú(1740) e Margherita Daí Prá
Pietro David Benvegnú(1779) e Maria Costa
Francesco Benvegnú(1817-1872) e Margarita Maria Daí Prá(1822-1875)
Fedele Benvegnú(1852-1908)Maria Margherita Moretti(1862-1937)
João Benvegnú(Monsenhor-1907-1986)